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segunda-feira, fevereiro 08, 2010

Simone de Oliveira, ao vivo, no Hotel Altis




Um mágico concerto dado por Simone de Oliveira no inicio da década de 80, no Hotel Altis, em Lisboa. A acompanhá-la apenas um piano.

Este Simone Ao Vivo No Hotel Altis (LP, Alvorada, 1981), é o primeiro concerto gravado em disco da cantora... e que ainda não conhece edição em CD.

Das inúmeras faixas que este álbum possui saliento: "Sete Letras", "No Teu Poema", "Não me vais deixar" (versão absolutamente genial do célebre "Ne me quitte pas" de Jacques Brel, numa tradução de David Mourão-Ferreira), "Poema 8", "Visita de Camarim" e a mais bela música (na minha opinião) da carreira de Simone de Oliveira - "A Rosa e a Noite" de Vasco de Lima Couto...

A gravação foi feita originalmente de um disco vinil para um CD sem qualquer tipo de tratamento. Assim sendo, a qualidade não é a que gostaria mas serve para que se perceba da beleza deste concerto e do reportório escolhido e da capacidade vocal de Simone de Oliveira.

quinta-feira, janeiro 22, 2009

Simone de Oliveira e Ary dos Santos - Apenas o Meu Povo





Apenas o Meu Povo

Quem disse que morreu a madrugada?
Quem disse que esta noite foi perdida?
Quem pôs na minha alma magoada
As palavras mais tristes que há na vida?
Quem me disse saudade em vez de amor?
Quem me disse tristeza em vez de esperança?
Quem me lançou a pedra do terror
Matando o cantador e a criança?
Quem fez da minha espera desespero?
Quem fez da minha sede temperança?
Quem me dando tudo quanto eu quero
Da minha tempestade fez bonança?
Quem amainou os ventos do meu corpo
E saciou o mar da minha fome?
Quem foi que me venceu depois de morta
E soletrou as letras do meu nome?
Quem foi foi quem fez serva sem servir?
Quem foi que me fez escrava sem querer?
Quem foi que disse que eu podia ir
Tão longe quanto nós podemos ser?
Apenas quem me viu calada e triste
E despertou em mim um mundo novo
Apenas a esperança que resiste
Apenas o meu sangue, apenas o meu povo
Apenas a esperança que resiste
Apenas o meu sangue, apenas o meu povo

Porque Ary dos Santos morreu a 18 de Janeiro de 1984, aqui fica a homenagem. A voz de uma das artistas e amigas de Ary dos Santos e um dos poemas favoritos da mesma artista e amiga de José Carlos Ary dos Santos.

sexta-feira, novembro 14, 2008

Os filhos menores de 50 anos de Carreira


A Valentim de Carvalho aproveitou os festejos dos 50 anos de carreira de Simone de Oliveira para lançar uma espécie de best-of da referida artista. O resultado é, no mínimo, desastroso. Passo a explicar.
Quem lê regularmente este blog sabe perfeitamente da admiração e do gosto pela carreira e pela figura de Simone de Oliveira. É raro o mês que não faço uma menção à artista, seja por algum concerto seja por uma música ou uma atitude. Custa-me por isso o lançamento deste disco.
É composto por dois CD's: um supostamente de clássicos e outro de versões. A distinção é já de si errada.
Do primeiro Cd consta: Desfolhada Portuguesa - Começar de Novo - Nem Eu Nem Vocês - Não Te Peço Palavras - Avé-Maria do Povo - Sensatez - De Saudade Em Saudade - Já Ouviste O Mar - Praia de Outono - Canção Cigana - Olhos Nos Olhos - Sol de Inverno - Canção Ao Meu Velho Piano - Pingos de Chuva - Nunca Mais A Solidão - As Palavras Que Eu Cantei - Apenas o Meu Povo - Mulher Presente.
Do segundo Cd consta: Yesterday (beatles) - Estranhos Na Noite/Strangers In The Night (Frank Sinatra) - Não Me Vais Deixar/Ne Me Quitte Pas (Jacques Brel) - Alguém Que Teve Coração/Anyone Who Had A Heart (Burt Bacharach) - As Coisas De Que Eu Gosto/My Favorite Things (Julie Andrews) - Aqueles Dias Felizes/Those Were The Days (Mary Hopkin) - Marionette/Puppet On A String (Sandie Shaw) - A Banda (Chico Buarque de Hollanda) - Falar Com Os Animais/Dr. Doolittle (Dr. Doolitle) - Eu Dançaria Assim/I Could Have Dance All Night ("My Fair Lady") - Quando Me Enamoro/Quando M'Innamoro (Anna Identici) - És A Minha Canção/This Is My Song (Petula Clark) - Que C'Est Triste Venise (Charles Aznavour) - Tu Só Tu (com Marco Paulo)/Something Stupid (Frank Sinatra) - Onde Vais/Edelweiss (Julie Andrews) - No Teu Poema (Carlos do Carmo) - Glória Glória Aleluia (com Quarteto 1111) (Tonicha) - Deshojada/Desfolhada Portuguesa
Relativamente ao primeiro, são raros os temas que terão sido pontos de interesse ou de viragem na carreira de Simone ou que se possam chamar realmente de "Clássicos". Nestes, a meu ver, deveriam estar o Tango Ribeiro, Prece, Degrau em Degrau, A Rosa e a Noite, Adeus (Palavras Gastas), Poema 8, Esta Lisboa que eu amo, Visita de Camarim e muitos outros que nem eu consigo, de momento, descortinar. Basta ver um concerto de Simone de Oliveira e perceber que os temas escolhidos para figurar no CD não são, concerteza, os seus favoritos ou aqueles que ela mesma escolheria para compôr um álbum de homenagem (de salientar que, como foi dito pela Simone no concerto do Maxime, a artista não teve "vota na matéria" na elaboração deste álbum, desconhecendo até a sua existência).
Relativamente ao CD 2, não entendo a existência do mesmo. A Simone não foi uma artista que fez carreira com Versões. Nunca foi reconhecida como tal. Foi sempre para além disso e procurou sempre originais. Estas versões apresentadas não têm, na minha opinião, qualquer expressão na construção da identidade artística de Simone de Oliveira.
Enfim, com isto quero apenas realçar que, mais uma vez, não foi feita justiça à música, aos poetas, aos músicos e à voz de Simone de Oliveira. No geral, não se realçou verdadeiramente a extraordinária pujança dos 50 anos que compõe a carreira de Simone. Há álbuns - que são autênticas perolas que há muito deviam ter re-edição em CD - que estão completamente omissos nesta colectânea.
Não sei quem fez a pesquisa e a recolha de temas para este álbum. Mas quem a fez, fê-la muito mal. Não sei se por ignorância, má vontade, falta de tempo ou problemas de direitos de autor. Mas confesso que, para se ter lançado isto, mas valia ter estado quietinho. Apenas uma mais valia deste conjunto: dar a conhecer ao grande público a extraordinária tradução de David Mourão-Ferreira do Ne Me Quites Pas, de Jacques Brel. Mas mesma esta, não é apresentada na sua melhor versão.

terça-feira, outubro 21, 2008

Concerto da Simone de Oliveira

Já se encontra disponível, por faixas, o concerto que a Simone de Oliveira deu no Sábado passado no Maxime.

O link directo é este: http://www.cabaret-maxime.tv/?c=7973

Aqui fica o video de abertura (para avançar nas músicas basta clicar na tecla para andar para frente)

segunda-feira, outubro 20, 2008

Simone de Oliveira - Maxime


Simone de Oliveira apresentou-se no Sábado passado no palco do Cabaret Maxime, em Lisboa. Este mostrou-se mais que perfeito para a presença e música de Simone de Oliveira.
Passando em revista grandes temas da sua carreira - No Teu Poema, A Noite e a Rosa, Tango Ribeirinho ou Desfolhada à Portuguesa, houve tempo para emoções, risos e muitas palmas. Duas músicas sem serem em Português, uma retirada do espectáculo Marlene, a outra, My Funny Valentine, e a presença de Victor de Sousa e o "dueto" de Palavras Gastas.
Simone de Oliveira, ainda extraordinariamente bela e sensual em palco, provou que a idade não a iníbe e que a voz, essa, ainda a tem em grande estilo (e, a meu ver, com mais timbre e força que há uns anos atrás).
A acompanhá-la esteve, com toda a sua mestria e simpatia, o piano de Nuno Feist.
Menos conversadora que o normal, houve tempo para algumas ironias e, no final, o seguinte pedido, em tom de provocação: "Se perguntarem se eu ainda canto, respondam por mim."
A mim ainda ninguém perguntou mas posso responder já: Canta e de que maneira...

sexta-feira, outubro 17, 2008

Simone de Oliveira no Maxime


Para quem não possa ver e ouvir a Simone de Oliveira no próximo Sábado, dia 18 de Outubro, no Cabaret Maxime em Lisboa, poderá vê-la e ouvi-la, em directo, comodamente em sua casa através do site:




Não perca. Sábado, 18 de Outubro de 2008 pelas ,23:30 horas.


sábado, outubro 04, 2008

Simone de Oliveira no MAXIME

Simone de Oliveira estará no próximo dia 18 de Outubro, pelas 24 horas, no Cabaret Maxime, na Praça da Alegria (ou, se prefererirem, Gay Square), em Lisboa. Um concerto, seguramente, a não perder.
Para estímulo, deixo-vos com dois vídeos: o mítico Desfolhada à Portuguesa, de José Carlos Ary e o vídeo de No Teu Poema, de José Luís Tinoco (em relação a esta música, visite o Manta de Retalhos e escute as diferentes versões desta canção que lá se apresentam).
Já sabe, 18 de Outubro - MAXIME - 24 horas.




sábado, agosto 23, 2008

Simone de Oliveira e Camané

Simone de Oliveira e Camané foram dois dos entrevistados no programa Prova Oral, da Antena 3, com Fernando Alvim.
Ambas as entrevistas estão descontraídas e galhofeiras e por isso com alguma graça. Vale a pena ouvir.





quinta-feira, fevereiro 28, 2008

Mais imagens dos 50 Anos de Carreira de Simone de Oliveira

Simone de Oliveira
Simone de Oliveira e Victor de Sousa
Simone de Oliveira e Carlos Quintas
Simone de Oliveira e António Costa
Simone de Oliveira

Imagens retiradas do site da Câmara Municipal de Lisboa

quarta-feira, fevereiro 27, 2008

Simone de Oliveira - 50 anos de Carreira - Imagens

Simone de Oliveira no Camarim
Simone de Oliveira
Simone de Oliveira
Simone de Oliveira recebe de António Costa a Medalha de Ouro da Cidade de Lisboa
Simone de Oliveira, Presidente da República Portuguesa e Primeira-DamaSimone de Oliveira e Madalena Iglésias
Imagens retiradas o site oficial da Presidência da República Portuguesa

terça-feira, fevereiro 26, 2008

Simone de Oliveira – 50 Anos de Carreira


O Coliseu de Lisboa encheu-se ontem pelas 21h e 30m para comemorar os 50 anos de carreira de Simone de Oliveira, num espectáculo memorável.

Ao longo de mais de duas horas desfilaram pelo palco do Coliseu grande parte das músicas emblemáticas da carreira de Simone, escritas pelos maiores poetas que este país teve e cantadas por colegas e amigos da homenageada.

Anabela (comovente), Lara Li (surpreendente), Marisa (a que canta, a dos Donna Maria, não a outra), Pedro Abrunhosa (em dois momentos dolorosos e desenquadrados dos restantes convidados), Pedro Moutinho (emotivo), Dulce Pontes (momentos únicos), Wanda Stuart (em grande forma), Henrique Feist (no seu melhor) e Lúcia Moniz (descontraída).

Mas a estrela da noite foram os membros que compunham o grupo Gospel, criando uma atmosfera absolutamente fascinante e eufórica, com várias brilhantes perfomances (coube-lhes a interpretação do tema central de toda a carreira de Simone – Desfolhada à Portuguesa).

A acompanhar os interpretes a maravilhosa Orquestra Metropolitana de Lisboa, sob a batuta de Nuno Feist.

A concepção do espectáculo estava de se lhe tirar o chapéu. Percorreu-se o Portugal dos 50 anos de carreira de Simone, num cenário Beckettiano, com uma excelente concepção cenográfica e design de luzes. De cada um dos lados do palco, enormes telões mostravam-nos imagens de alguns acontecimentos da carreira de Simone ou da vida politica e social do país. A maior gargalhada da noite foi para um discurso de Marcello Caetano – discurso, esse, que podia perfeitamente ter sido feito ontem, - numa ousadia política bastante grande, uma vez que estavam presentes o Presidente da República Portuguesa e sua comitiva, o ex-Presidente da República Ramalho Eanes e outros membros do actual e anterior governo.

No final do espectáculo – em quase encore – surge Simone de Oliveira. De imediato a casa se levantou para uma comovente, merecida e longa salva de palmas.

E Simone cantou de uma forma que não se consegue descrever porque ficará sempre àquem da realidade. Não se percebe como, nem porquê. De onde vem aquela voz, aquela postura, aquela tão falada força que a agiganta para lá do que é humanamente possível?

Os temas cantados por Simone souberam a pouco. Foram apenas cinco. Mas afinal, que diabo, ela estava ali para comemorar não para trabalhar... mas, repito, souberam a pouco.

Um grande momento, já perto do final, foi quando Madalena Iglésias entrou em palco para cantar com Simone. A sala não se conteve e novamente o público, de pé, aplaudiu as duas grandes “rivais”, pois os 50 anos de carreira de Simone são, em certa medida, os 50 anos de carreira de Madalena.

Para fechar a noite em puro extâse, António Costa, Presidente da Câmara Municipal de Lisboa, entrega a Simone a Medalha de Ouro da Cidade. Afinal, era a ela que Ary dos Santos chamava de “Tejo” e foi ela quem cantou “Esta Lisboa que eu Amo”.

O saldo do espectáculo foi mais do que positivo. Emotivo, surpreendente e, acima de tudo, foi feita justiça a uma grande mulher do panorama artístico, social e, arrisco mesmo a dizer político, de Portugal. Simone de Oliveira teve casa cheia e mereceu-o.

Agora, resta-nos esperar por mais concertos, um DVD ou um CD (quem sabe?) e a estreia, para breve, de Vila Faia.

Parabéns a todos quantos estiveram envolvidos no espectáculo – desde a concepção, aos textos, passando pelo programa (do mais original que eu já vi – grande trabalho), bailarinos e músicos. Uma noite para gravar na memória e lembrar sempre.

segunda-feira, fevereiro 11, 2008

Simone de Oliveira - Coliseu dos Recreios de Lisboa - 50 anos de Carreira


No dia em que comemora 70 anos de existência, fica aqui o aviso de que já se encontram à venda os bilhetes para o espectáculo comemorativo dos 50 anos de carreira de Simone de Oliveira. A festa realiza-se dia 25 de Fevereiro de 2008, pelas 21 e 30, no Coliseu dos Recreios, em Lisboa.
Para mais informações e reserva de bilhetes vá até http://www.coliseulisboa.com/evento.php?id=308

domingo, novembro 25, 2007

Simone de Oliveira no Teatro da Malaposta



No ano em que comemora os 50 anos de carreira, e a poucos meses de completar 70 anos de vida, Simone de Oliveira brindou-nos com mais um concerto, revisitando os grandes êxitos da sua longa carreira e partilhando diversas (e divertidas) histórias passadas no mundo do espectáculo em Portugal.

Apenas acompanhada pelo piano (EXCEPCIONAL) de Nuno Feist, pelo palco desfilaram grandes temas como Tango Ribeirinho, Esta Palavra Saudade, Visita de Camarim, Desfolhada à Portuguesa, No Teu Poema, No País do Eça de Queirós e o sempre aguardado (por mim) A Noite e a Rosa, entre outros.

Detentora de uma voz grave mas bela, Simone de Oliveira está exímia na arte de interpretação dos temas que canta e possuí uma admirável e fascinante sensualidade em palco. A comoção de quem vê Simone em palco é incontrolável e só lá, nas "tábuas" do Palco, na força das palavras que canta, nos gestos com que encena a sua interpretação musical se percebe a genialidade e a veracidade das suas actuações e a razão de ser de uma carreira longa e merecida.

E Simone é uma comunicadora por excelência. Por diversas vezes levou a plateia cheia do Teatro da Malaposta às gargalhadas e, consequentemente, às palmas. Houve interacção saudável entre Simone e o seu público, ou o espectáculo não se chamasse "Intimidades".

Entre cada actuação uma ou outra história do persurso artístico de Simone, sempre recordando os grandes nomes de referência da sua vida. Varela Silva, José Carlos Ary dos Santos, Armando Cortês e Nicolau Breyner foram alguns dos amigos referidos.

Resumindo, o concerto da noite passada no Teatro da Malaposta serviu para mostrar que Simone de Oliveira está bem e recomenda-se (muito). Considero um privilégio ainda poder assistir e emocionar-me com um nome maior da música e do espectáculo em Portugal. Simone de Oliveira - a quem o tema da morte foi sendo recorrentemente falado ao longo do espectáculo - garante que ainda tem muito para dar e não mostra - felizmente - sinais de abrandamento. A comprovar isto mesmo estão as diversas digressões agendadas para o seu espectáculo "Conversas de Camarim", com Victor de Sousa, a rodagem da telenovela Vila Faia e - ATENÇÃO ATENÇÃO (rufo de tambor)... o espectáculo comemorativo dos 50 ANOS DE CARREIRA NO COLISEU DE LISBOA NO DIA 25 DE FEVEREIRO DE 2008.

A Simone de Oliveira só me resta dizer um MUITO OBRIGADO por mais uma inesquecível noite que me proporcionou, por partilhar a sua música, os seus poetas (aí a Noite e a Rosa...) e as suas histórias.

quinta-feira, novembro 15, 2007

Simone de Oliveira ao Vivo no Teatro da Malaposta

Simone de Oliveira apresenta-se, dia 24 de Novembro de 2007, pelas 21 e 30, no Teatro da Malaposta, acompanhada apenas por Nuno Feist ao piano (espectáculo no formato do disco "Ao Vivo no Hotel Altis", que se apresenta no post em baixo). Lembro-vos que Simone de Oliveira comemora este ano os 50 anos de Carreira. Vamos todos à Malaposta dar-lhe os parabéns.

Passos que tiveram importância no caminho de Simone de Oliveira


Centro de Preparação de Artistas da Rádio


1º Festival da Canção/Cinema Império


Muitos Serões para Trabalhadores


Primeiro Disco


Televisão/em muitos e diversos programas


Festivais da canção/por este país fora e na R.T.P.


Digressão por África, Açores e Madeira


Estreia em Teatro/”Lisboa à Noite” – Teatro Avenida


Eurovisão Nápoles – “Sol de Inverno”


1º Festival Internacional do Brasil – Rio de Janeiro


Gala Sporting Club de Monte Carlo


Venezuela/espectáculos e televisão


Muitos Festivais da Figueira da Foz


Teatro Monumental – “Esta Lisboa Que Eu Amo”


Paris, Olympia - espectáculos com Amália, Carlos Paredes e outros


Teatro, Para além de várias revistas:


“O Contrato” – Variedades


“A Menina Alice e o Inspector” – Capitólio


“Gaiola das Loucas” – Villaret


“A Tragédia da Rua das Flores” – Maria Matos


Londres , Victoria Palace Concert


Digressões – Estados Unidos, Canadá, França, Alemanha


Casino do Estoril


Rádio: locução e produção


Colaboração jornalística


Argentina/Festival OTI – “Á Tua Espera”


Cinema – “Cântico Final” de Virgílio Ferreira, filme de Manuel Guimarães


Televisão (para lá das cantigas):


“Gente Fina É Outra Coisa” – Edipim


“Piano Bar” – R.T.P.


72 títulos discográficos


Vários prémios:


Imprensa, Popularidade, Interpretação e Pozal Domingues

Music-Hall:


“Passa Por Mim no Rossio” – Teatro Nacional D. Maria II


“Algumas Canções do Meu Caminho” _ Teatro Nacional D. Maria II


“Maldita Cocaína” – Teatro Politeama


Telenovelas


“Roseira Brava” – NBP


“Vidas de Sal” – NBP


“Filhos do Vento” - NBP


“Senhora das Águas – NBP


CD “Simone Me Confesso” – Aula Magna


1997 – Grande Oficial da Ordem do Infante D. Henrique


“Lado a Lado” – 13 Espectáculos no Fórum Lisboa


1998 - “Cantigas de Amar Portugal” – Espectáculo em Niterói representando a C.M.Lisboa


1998 - “Café Lisboa” – RTP Internacional


“Se a Manhã Se Despenteia” – Programa Diário – Antena UM


“Olhos nos Olhos” – Programa Semanal – Antena Um


2000 - “Querido Professor” – Endemol – SIC


2000 - “Marlene Dietrich” – Teatro da Seiva Trupe - Porto


Convidada de Inúmeros Programas


2003 – “Kantigamente” – Comemoração dos 45 Anos de carreira


2003 - Musicais Simone - RTP


2003 – Casino Estoril – Espectáculo Intimidades


2003 – Fórum do Seixal – 2 Espectáculos com gravação de DVD/CD


2003 – “Um País Chamado Simone” – Autor: Nuno Trinta de Sá, Editora Garrido


2003 – “Alma Mahler” – Convento dos Inglesinhos. Peça de Teatro Austríaca


2003 – Encontro Marcado com Simone na SIC Mulher


2003 – “Nunca Ninguém Sabe – A Batalha contra o Cancro” – livro, Editora D. Quixote, autora: Simone de Oliveira


2004 – SIC Mulher – Encontro Marcado


2004 – “Marlene” – Peça de Teatro encenada por Carlos Quintas, com a participação de Amélia Videira, Mafalda Drummond e Nuno Feist, - Cinema Mundial


Convidada de Inúmeros Programas


2005 – “Marlene” digressão por todo o país


2006 – “Tu e Eu” – Telenovela da TVI, personagem Raquel


2006 – “Conversas de Camarim” – Espectáculo com Vítor de Sousa e Nuno Feist

domingo, setembro 30, 2007

Simone de Oliveira no Hotel Altis - Parte I e Parte II... finalmente




Resolvi deixar aqui no blog a primeira parte de um mágico concerto dado por Simone de Oliveira no inicio da década de 80, no Hotel Altis, em Lisboa. A acompanhá-la apenas um piano.

Este Simone Ao Vivo No Hotel Altis (LP, Alvorada, 1981), é o primeiro concerto gravado em disco da cantora... e que ainda não conhece edição em CD.

Das inúmeras faixas que este álbum possui saliento: "Sete Letras", "No Teu Poema", "Não me vais deixar" (versão absolutamente genial do célebre "Ne me quitte pas" de Jacques Brel, numa tradução exemplar de David Mourão-Ferreira), "Poema 8", "Visita de Camarim" e a mais bela música (na minha opinião) da carreira de Simone de Oliveira - "A Rosa e a Noite" de Vasco de Lima Couto... mas, para estas últimas, terão de esperar pela Parte II do concerto.

A gravação foi feita originalmente de um disco vinil para um CD sem qualquer tipo de tratamento. Assim sendo, a qualidade não é a que gostaria mas serve para que se aperceba da genialidade deste concerto, da capacidade vocal que Simone de Oliveira tinha (e que ainda tem), do luxuoso reportório e da imbecilidade ou estupidez das editoras de ainda não terem - repito - ter posto no mercado este concerto em CD.

De qualquer forma estou a tentar arranjar uma maneira de fazer uma cópia melhorada deste mesmo concerto. Assim que a tiver, substituirei.

Até lá... ENJOY... mesmo com a "batata frita" e alguma distorção.



E aqui está a parte 2 de Simone ao Vivo no Hotel Altis. Se a primeira parte surpreende, então esta segunda é de chorar por mais... mais não seja porque termina com um belíssimo poema de Vasco de Lima Couto - A Noite e a Rosa - que, reafirmo, é a cereja em cima do bolo de toda a carreira de Simone de Oliveira. Espero que apreciem tanto quanto eu esta pérola da música portugues.