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sábado, maio 24, 2014
segunda-feira, março 25, 2013
quinta-feira, março 14, 2013
sábado, fevereiro 16, 2013
Uma manhã no Museu do Fado - Lisboa
Capa de um disco de Fado
Vestido de Amália Rodrigues
O Fado na Televisão, no Cinema e na Revista
Vestidos de Amália Rodrigues
Hermínia Silva no filme a Aldeia da Roupa Branca
Uma grande Fadista e um grande Poema
Conversa com José Pracana e João Nunes no Auditório do Museu do Fado
José Pracana na Guitarra Portuguesa e João Nunes na Viola e Voz
quarta-feira, janeiro 30, 2013
quinta-feira, janeiro 24, 2013
Casa e Mudança Social - Uma leitura das transformações da sociedade portuguesa a partir da casa, de Sandra Marques Pereira
Casa e Mudança Social - Uma leitura das transformações da sociedade portuguesa a partir da casa
Decorreu ontem dia 23 de Janeiro, na Ler Devagar, sobre o olhar atento de uma vasta audiência, o lançamento do livro de Sandra Marques Pereira - "Casa e Mudança Social - uma leitura das transformações da sociedade portuguesa a partir da casa" - Editora Caleidoscópio.
A obra foi carinhosamente apresentada pela Dra. Isabel Guerra, que salientou os aspectos inovadores e centrais do trabalho realizado pela autora e que torna este livro de leitura obrigatória, como atestam os prémios IRHU 2011 e André Jordan 2012.
A sessão de lançamento terminou com um emotivo discurso da autora.
Uma vez mais: MUITOS PARABÉNS
A obra foi carinhosamente apresentada pela Dra. Isabel Guerra, que salientou os aspectos inovadores e centrais do trabalho realizado pela autora e que torna este livro de leitura obrigatória, como atestam os prémios IRHU 2011 e André Jordan 2012.
A sessão de lançamento terminou com um emotivo discurso da autora.
Uma vez mais: MUITOS PARABÉNS
Este livro pretende dar a conhecer uma pesquisa que relaciona as transformações na oferta da habitação e os modos de habitar face à transformação dos estilos de vida. Procura responder a questões do tipo: como reagem os modelos arquitetónicos à evolução dos modos de vida, à diversificação cultural e económica dos grupos familiares, à diversidade dos tipos de famílias?
Assim, as análises e conclusões apresentadas interessam não só a um grupo grande e diversificado de estudiosos - sociólogos, arquitetos, antropólogos, etc., mas também a grupos de empresários e técnicos intervenientes no mercado imobiliário atentos às mudanças sociais e à diversidade de grupos e de expectativas.
Assim, as análises e conclusões apresentadas interessam não só a um grupo grande e diversificado de estudiosos - sociólogos, arquitetos, antropólogos, etc., mas também a grupos de empresários e técnicos intervenientes no mercado imobiliário atentos às mudanças sociais e à diversidade de grupos e de expectativas.
sexta-feira, novembro 16, 2012
Parabéns José Augusto França
PELOS 90 ANOS DO PROFESSOR JOSÉ AUGUSTO FRANÇA
José Augusto França fala de Jorge de Sena (no video)
Jorge de Sena dedica poema a José Augusto França
"Era tão doce uma verdade..."
Jorge de Sena dedica poema a José Augusto França
"Era tão doce uma verdade..."
a José Augusto França
Era tão doce uma verdade entressonhada!
Mas quando, em torno dela, já verdade,
as outras vinham como pétalas
e pouco a pouco eram, também pétalas
de outras flores que também eram verdade
mas não entressonhada,
e uma rede florida se estendia
sobre o jardim ansioso da memória,
como era amargo entressonhar verdades!
Na teia tão florida os olhos se perdiam...
Da terra, um vago cheiro a coisa oculta...
E,
mergulhar no oculto,
ou desgolhar a teia?
16/08/48
Do livro Poesia I, pág. 150, Edições 70
Era tão doce uma verdade entressonhada!
Mas quando, em torno dela, já verdade,
as outras vinham como pétalas
e pouco a pouco eram, também pétalas
de outras flores que também eram verdade
mas não entressonhada,
e uma rede florida se estendia
sobre o jardim ansioso da memória,
como era amargo entressonhar verdades!
Na teia tão florida os olhos se perdiam...
Da terra, um vago cheiro a coisa oculta...
E,
mergulhar no oculto,
ou desgolhar a teia?
16/08/48
Do livro Poesia I, pág. 150, Edições 70
Para aceder a 6 publicações inteiramente gratuitas de José Augusto França, disponiveis no site do Instituto Camões, clique na fotografia.
quarta-feira, novembro 14, 2012
domingo, outubro 28, 2012
Entrevista a Rui Afonso Santos sobre Art Déco em Portugal
Neste programa: entrevista a Rui Afonso Santos, curador da e... - Molduras - Música - Tons das Ideias - RTP
O MODERNISMO FELIZ: ART DÉCO EM PORTUGAL – PINTURA; DESENHO; ESCULTURA, 1912-1960 é uma belíssima exposição que está patente no MNAC – Museu do Chiado até ao próximo dia 28 de Outubro de 2012.
Nas palavras de Rui Afonso Santos, comissário:
“O estilo Art Déco, designação que só
surge nos anos 60, ou Estilo 1925, como também é conhecido (em
apropriação da designação da magna Exposição das Artes Decorativas e
Industriais Modernas realizada em Paris naquela data), conhece, num
contexto atual de crise, um renovado interesse mundial.
Congregando, eclética e
decorativamente, as heranças das vanguardas artísticas dos começos do
século (do Fauvismo, Cubismo, Futurismo, Expressionismo e, até, do
Abstracionismo) aliadas a sugestões vindas dos Movimentos Decorativos
Modernos (como a Secessão Vienense, os grafismos francês e germânico de
1900 ou os Ballets Russes), o Art Déco foi o primeiro estilo
global e universal que o Mundo conheceu, aspirando a constituir-se como
Arte Total (inspiração de vida), tal como na proposta pioneira de Wagner
no século XIX, alargando-se a todas as expressões artísticas e a todos
os aspetos da vida quotidiana e expandindo-se, ao longo dos Anos 30, dos
horizontes franceses ao resto da Europa, Estados Unidos, América do
Sul, África, China, Austrália e Japão.
(…)
A presente exposição sobre o estilo
Art Déco em Portugal permite uma releitura renovada e inovadora do nosso
fenómeno Modernista, e, maioritariamente, daquele gosto que,
originalmente, se estendeu do domínio do desenho às restantes expressões
artísticas ditas ‘maiores’, como a Pintura, a Escultura e a
Arquitetura, mas também ao grafismo e publicidade, à cenografia, ao
cinema, às artes da decoração e, finalmente, à própria vida quotidiana e
suas aspirações modernas de cosmopolitismo e felicidade.”
quinta-feira, outubro 25, 2012
Rui Vieira Nery regressa à docência na FCSH
Antigo Secretário de Estado da Cultura lecciona uma
unidade curricular de licenciatura do Departamento de Ciências Musicais
sobre o Fado.
Rui Vieira Nery, antigo Secretário de Estado da Cultura e
actual director do Programa de Língua e Cultura Portuguesas da Fundação
Calouste Gulbenkian, lecciona agora, entre outras, uma unidade
curricular de licenciatura sobre o Fado na FCSH. Recorde-se que o
musicólogo presidiu à Comissão Científica da candidatura do Fado a
Património Cultural Imaterial da Humanidade junto da UNESCO.
A nova disciplina - a primeira unidade curricular sobre esta temática
numa universidade portuguesa - pretende dar aos alunos um panorama
geral da emergência do Fado a partir dos processos de mudança
nas práticas musicais urbanas em Portugal na viragem para o século XIX,
bem como do desenvolvimento ulterior do género até aos nossos dias.
Rui Vieira Nery é também responsável pela docência na área da
história da música no espaço ibero-americano e por um seminário
de doutoramento em Ciências Musicais Históricas dedicado aos “Contextos e
estruturas da vida musical portuguesa (secs.
XVI-XXI)”. Enquanto investigador, integra o Instituto de Etnomusicologia - Música e Dança da FCSH, o INET-MD.
sexta-feira, outubro 05, 2012
quinta-feira, setembro 20, 2012
O romance de Diogo Soares, por Fausto e por Fernão Mendes Pinto
sábado, agosto 25, 2012
25 de Agosto de 1988 - Chiado em Chamas
Lisboa a Arder - Fado de Lena Silva
sexta-feira, agosto 17, 2012
Maria Barroso diz Carlos Oliveira - 1974
Descrição da Guerra em Guernica, de Carlos Oliveira, por Maria Barroso
Entra pela janela
o anjo camponês;
com a terceira luz na mão;
minucioso, habituado
aos interiores de cereal,
aos utensílios
que dormem na fuligem;
os seus olhos rurais
não compreendem bem os símbolos
desta colheita: hélices,
motores furiosos;
e estende mais o braço; planta
no ar, como uma árvore,
a chama do candeeiro.
II
As outras duas luzes
são lisas, ofuscantes;
lembram a cal, o zinco branco
nas pedreiras;
ou nos umbrais
de cantaria aparelhada; bruscamente;
a arder; há o mesmo
branco na lâmpada do tecto;
o mesmo zinco
nas máquinas que voam
fabricando o incêndio; e assim,
por toda a parte,
a mesma cal mecânica
vibra os seus cutelos.
III
Ao alto; à esquerda;
onde aparece
a linha da garganta,
a curva distendida como
o gráfico dum grito;
o som é impossível; impede-o pelo menos
o animal fumegante;
com o peso das patas, com os longos
músculos negros; sem esquecer
o sal silencioso
no outro coração:
por cima dele; inútil; a mão desta
mulher de joelhos
entre as pernas do touro.
IV
Em baixo, contra o chão
de tijolo queimado,
os fragmentos duma estátua;
ou o construtor da casa
já sem fio de prumo,
barro, sestas pobres? quem
tentou salvar o dia,
o seu resíduo
de gente e poucos bens? opor
à química da guerra,
aos reagentes dissolvendo
a construção, as traves,
este gládio,
esta palavra arcaica?
V
Mesa, madeira posta
próximo dos homens: pelo corte
da plaina,
a lixa ríspida,
a cera sobre o betume, os nós;
e dedos tacteando
as últimas rugosidades;
morosamente; com o amor
do carpinteiro ao objecto
que nasceu
para viver na casa;
no sítio destinado há muito;
como se fosse, quase,
uma criança da família.
VI
O pássaro; a sua anatomia
rápida; forma cheia de pressa,
que se condensa
apenas o bastante
para ser visível no céu,
sem o ferir;
modelo doutros voos: nuvens;
e vento leve, folhas;
agora, atónito, abre as asas
no deserto da mesa;
tenta gritar às falsas aves
que a morte é diferente:
cruzar o céu com a suavidade
dum rumor e sumir-se.
VII
Cavalo; reprodutor
de luz nos prados; quando
respira, os brônquios;
dois frémitos de soro; exalam
essa névoa
que o primeiro sol transforma
numa crina trémula
sobre pastos e éguas; mas aqui
marcou-o o ferro
dos lavradores que o anjo ignora;
e endureceu-o de tal modo
que se entrega;
como as bestas bíblicas;
ao tétano; ao furor.
VIII
Outra mulher: o susto
a entrar no pesadelo;
oprime-a o ar; e cada passo
é apenas peso: seios
donde os mamilos pendem,
gotas duras
de leite e medo; quase pedras;
memória tropeçando
em árvores, parentes,
num descampado vagaroso;
e amor também:
espécie de peso que produz
por dentro da mulher
os mesmos passos densos.
IX
Casas desidratadas
no alto forno; e olhando-as,
momentos antes de ruírem,
o anjo desolado
pensa: entre detritos
sem nenhum cerne ou água,
como anunciar
outra vez o milagre das salas;
dos quartos; crescendo cisco
a cisco, filho a filho?
as máquinas estranhas,
os motores com sede, nem sequer
beberam o espírito das minhas casas;
evaporaram-no apenas.
X
O incêndio desce;
do canto superior direito;
sobre os sótãos,
os degraus das escadas
a oscilar;
hélices, vibrações, percutem os alicerces;
e o fogo, veloz agora, fende-os, desmorona
toda a arquitectura;
as paredes áridas desabam
mas o seu desenho
sobrevive no ar; sustém-no
a terceira mulher; a última; com os braços
erguidos; com o suor da estrela
tatuada na testa
domingo, junho 03, 2012
quarta-feira, maio 16, 2012
IMPROVISO - Natália Correia e António Vitorino de Almeida
A1
A Donzela De Biscaia
A2
Queixa Das Almas Jovens Censuradas
A3
Quarto
A4
Telex
A5
Árvore Geneológica
A6
A Rapariga Do Sweater Vermelho
A7
Fado De Diogo Ary Dos Santos Jovem Lusíada Tocador De Guitarra Que Morreu De Amor
B1
Núpcias Químicas
B2
Caosmonáutica
B3
Rebis
B4
O Encontro
B5
Uma Laranja Para Alberto Caeiro
B6
A Política Do Dia
B7
Cabelos Os Meus Cabelos
B8
Amanhecer
A Donzela De Biscaia
A2
Queixa Das Almas Jovens Censuradas
A3
Quarto
A4
Telex
A5
Árvore Geneológica
A6
A Rapariga Do Sweater Vermelho
A7
Fado De Diogo Ary Dos Santos Jovem Lusíada Tocador De Guitarra Que Morreu De Amor
B1
Núpcias Químicas
B2
Caosmonáutica
B3
Rebis
B4
O Encontro
B5
Uma Laranja Para Alberto Caeiro
B6
A Política Do Dia
B7
Cabelos Os Meus Cabelos
B8
Amanhecer
sexta-feira, maio 04, 2012
Björk fala do seu fascínio por Amália Rodrigues
Björk sobre Amália Rodrigues - "I've been listening to her for years, but I just watched a documentary about her – so much raw emotion! And free of so many complications that music has sometimes. The music is just very direct, simple and strong, free of filigree. She's direct to the heart. Her intimate collaboration with Portugal's poets is admirable. She definitely stuck by her rifles. And it's good to know that she was part of making the fado style. I first came across it, I would guess, 15 years ago. It has the same rawness as flamenco but it's less flamboyant, and more stern and stark somehow."
Veja o artigo completo no Jornal The Guardian
domingo, abril 08, 2012
Sexta-feira Santa em Toledo 2012
Saeta - Plaza Zocodover - Toledo, Espanha
Saeta - Plaza Zocodover - Toledo, Espanha
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