Que engraçado. Só hoje reparei que a actriz Sylvana Henriques, no filme de 007 - Ao Serviço de Sua Majestade, tem uns brincos iguais aos que Amália Rodrigues usou, por exemplo, no seu espectáculo em Bucareste. Curioso também é a coincidência do ano. Quer o filme (que teve partes filmadas em Lisboa) quer o concerto são de 1969... Hum... Aqui há gato.
Poesia, musica, celebridades, teatro, cinema, selecção de textos, poetas e escritores, banalidades, fotografias, arte, literatura, pintura e muita conversa.
quarta-feira, dezembro 17, 2014
sexta-feira, junho 13, 2014
Amália Rodrigues
Amália Rodrigues
Amália Rodrigues e Camões
Amália Rodrigues e Amélia Rey Colaço
Amália Rodrigues, Carlota Guerra e Juliette Greco
Amália Rodrigues e Rudolf Nureyev
Amália Rodrigues, Laura Soveral,
Norberto Barroca e Marco Paulo
Fonte: Matrixpix
quarta-feira, maio 28, 2014
Visite o Andar Modelo - Sandra Marques Pereira
Lançamento do livro VISITE O ANDAR MODELO - 30 Anos de Publicidade de Imobiliário - de Sandra Marques Pereira (autora de Casa e Mudança Social - Uma leitura das transformações da sociedade portuguesa a partir da casa).
Na livraria Ler Devagar, dia 03 de Junho, pelas 18h e 30m - LxFactory
sábado, maio 24, 2014
terça-feira, maio 13, 2014
quarta-feira, abril 30, 2014
quarta-feira, abril 23, 2014
Tias destas é que é...
"Em
seguida disse a doadora tia do esposado Mar – g digo esposado Maria
d’Almeida que também pelo gosto que tem em que se verifique o casamento
do dito seu sobrinho de que aqui se tracta para o caso d’elle se
effectuar, d’esde já lhe dá todos os seus bens, direitos e acções, com
transferencia do domínio e posse, reservando em quanto
viva todo o usufruto d’elles, e sessenta mil reis para dispor ou dotar
em dias de sua vida dos quais não dispondo ficarão para o dado seu
sobrinho, ficando de mais a mais elle dito seu sobrinho a dar-lhe em
quanto viva, em cada um anno, quarenta alqueires de milho, vinte almudes
de vinho, três alqueires de feijões, quinze quartilhos de azeite, a
metade de um porco cevado e a casa nova que foi da forneira, para viver e
de mais a mais a mandar-lhe fazer o seu funeral a bem d’alma conforme o
uso de sua freguesia e qualidade de sua pessoa e de lhe mandar dizer
pela sua alma cento e trinta missas, cinco pelas penitencias mal
cumpridas, vinte pelas almas de seus pais, duas ao anjo da guarda e de
dar a cada uma de suas sobrinhas – Barbara, Maria e Margarida vinte mil
reis, a seu sobrinho António dez mil reis, a seu sobrinho José cinco mil
reis, isto porem por morte d’ella doadora, e no caso em que o dito
doado seu sobrinho, de todos os bens direitos e acções p’ella doadora, e
também no caso de amar e estimar, pois que se lhe fizer má estimação ou
sua futura esposa nada valera, a doação que aqui lhe faz e ella doadora
poderá dispor de seus bens a quem melhor lhe parecer, por quanto disse
ella doadora que só no complemento total d’estas condições e que se
obriga a fazer a presente doação boa e de paz [?] [?] declara que todos
os bens que doa os houve por herança de seus pais."
Transcrição minha e por isso passível de não ser nada disto o que lá está
sábado, abril 12, 2014
A casa colonial do meu Bisavô João, em Vila Pery - Moçambique
A casa colonial do meu Bisavô: "Farm" de João de Oliveira do Amaral ou, como acho que era conhecida, a "Farm" Maria da Glória, em Vila Pery - Moçambique. Pergunto-me se ele é um dos que aparece nas fotografias. Acredito que sim. Gosto de crer que sim.
Fonte: Torre do Tombo http://digitarq.dgarq.gov.pt/details?id=3680468
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