Sobre os 20 anos da Igreja do Cristo-Rei da Portela, do arquitecto Luiz Cunha. Para ler em melhores condições o texto, transfira as imagens para o seu computador e amplie-as. Pode também, clicando com o botão do lado direito do rato fazer "ver imagem" ou "view image" (para Mozilla Firefox).
Poesia, musica, celebridades, teatro, cinema, selecção de textos, poetas e escritores, banalidades, fotografias, arte, literatura, pintura e muita conversa.
domingo, novembro 11, 2012
quarta-feira, novembro 07, 2012
Coisas que vão a leilão... umas boas, outras (muito) más...
terça-feira, novembro 06, 2012
Aqui há fantasmas...
Podia ser uma coisa do além mas não é... É apenas um erro (não vou indagar nem qualificar o género de erro) da Agenda 30 Dias de Oeiras que publicita, para dia 08 de Novembro de 2012, uma conferência de Fernando Dacosta sobre Amélia Rey Colaço...
terça-feira, outubro 30, 2012
Almada Negreiros
Uma grande frase de Almada Negreiros, "graffitada" numa parede em Lisboa. Esta frase pertence ao brilhante manifesto "A Cena do Ódio" que, tal como o Manifesto Anti-Dantas, foi lido por Mário Viegas e se encontra na integre no youtube.
domingo, outubro 28, 2012
FELIZ DIA MUNDIAL DA TERCEIRA IDADE
"Velhos, reformados, desempregados, simples, desocupados, dão, lá como
podem, à dobradiça e vêm ajudar a fazer de Lisboa um jardim, como pede,
tão oportunamente, a Câmara, a quem gira só ou acompanhado. A ajuda que
pessoalmente dou a esse iniciativa, enquanto não entro, também eu, a
"fazer jardim", é levar o meu pai, todas as tardes, ao que fica mais
perto de casa. A minha mulher, a Hortência, vai, depois, buscá-lo. O que
acontece é que, às vezes, se esquece dele. Trazido por alguém, o velho
chega, já frio, ao nosso lar e tristemente desabafa:
- No tempo em que a Câmara pedia que puséssemos sardinheiras à janela era melhor. Não tínhamos de sair de casa... É um ingrato, para não dizer é um munícipe dos reles!"
- No tempo em que a Câmara pedia que puséssemos sardinheiras à janela era melhor. Não tínhamos de sair de casa... É um ingrato, para não dizer é um munícipe dos reles!"
Texto de Alexandre O'Neill com fotografia de Alberto Peixoto, in: "Fotos
de "A Capital" - Texto de Alexandre ='Neill - Cota Biblioteca Nacional -
L 54669 V
Entrevista a Rui Afonso Santos sobre Art Déco em Portugal
Neste programa: entrevista a Rui Afonso Santos, curador da e... - Molduras - Música - Tons das Ideias - RTP
O MODERNISMO FELIZ: ART DÉCO EM PORTUGAL – PINTURA; DESENHO; ESCULTURA, 1912-1960 é uma belíssima exposição que está patente no MNAC – Museu do Chiado até ao próximo dia 28 de Outubro de 2012.
Nas palavras de Rui Afonso Santos, comissário:
“O estilo Art Déco, designação que só
surge nos anos 60, ou Estilo 1925, como também é conhecido (em
apropriação da designação da magna Exposição das Artes Decorativas e
Industriais Modernas realizada em Paris naquela data), conhece, num
contexto atual de crise, um renovado interesse mundial.
Congregando, eclética e
decorativamente, as heranças das vanguardas artísticas dos começos do
século (do Fauvismo, Cubismo, Futurismo, Expressionismo e, até, do
Abstracionismo) aliadas a sugestões vindas dos Movimentos Decorativos
Modernos (como a Secessão Vienense, os grafismos francês e germânico de
1900 ou os Ballets Russes), o Art Déco foi o primeiro estilo
global e universal que o Mundo conheceu, aspirando a constituir-se como
Arte Total (inspiração de vida), tal como na proposta pioneira de Wagner
no século XIX, alargando-se a todas as expressões artísticas e a todos
os aspetos da vida quotidiana e expandindo-se, ao longo dos Anos 30, dos
horizontes franceses ao resto da Europa, Estados Unidos, América do
Sul, África, China, Austrália e Japão.
(…)
A presente exposição sobre o estilo
Art Déco em Portugal permite uma releitura renovada e inovadora do nosso
fenómeno Modernista, e, maioritariamente, daquele gosto que,
originalmente, se estendeu do domínio do desenho às restantes expressões
artísticas ditas ‘maiores’, como a Pintura, a Escultura e a
Arquitetura, mas também ao grafismo e publicidade, à cenografia, ao
cinema, às artes da decoração e, finalmente, à própria vida quotidiana e
suas aspirações modernas de cosmopolitismo e felicidade.”
quinta-feira, outubro 25, 2012
Rui Vieira Nery regressa à docência na FCSH
Antigo Secretário de Estado da Cultura lecciona uma
unidade curricular de licenciatura do Departamento de Ciências Musicais
sobre o Fado.
Rui Vieira Nery, antigo Secretário de Estado da Cultura e
actual director do Programa de Língua e Cultura Portuguesas da Fundação
Calouste Gulbenkian, lecciona agora, entre outras, uma unidade
curricular de licenciatura sobre o Fado na FCSH. Recorde-se que o
musicólogo presidiu à Comissão Científica da candidatura do Fado a
Património Cultural Imaterial da Humanidade junto da UNESCO.
A nova disciplina - a primeira unidade curricular sobre esta temática
numa universidade portuguesa - pretende dar aos alunos um panorama
geral da emergência do Fado a partir dos processos de mudança
nas práticas musicais urbanas em Portugal na viragem para o século XIX,
bem como do desenvolvimento ulterior do género até aos nossos dias.
Rui Vieira Nery é também responsável pela docência na área da
história da música no espaço ibero-americano e por um seminário
de doutoramento em Ciências Musicais Históricas dedicado aos “Contextos e
estruturas da vida musical portuguesa (secs.
XVI-XXI)”. Enquanto investigador, integra o Instituto de Etnomusicologia - Música e Dança da FCSH, o INET-MD.
segunda-feira, outubro 22, 2012
quinta-feira, outubro 11, 2012
Porque nos insultam...
«Qualquer dia querem que o presidente do Grupo Parlamentar do PS ande de Clio
quando se desloca em funções oficiais», comentou Assis, citado por um deputado
socialista.
sexta-feira, outubro 05, 2012
A Grande Porca (Miséria)
"- Olhe, está a ver, aquele sou eu... aquele é uma PPP... o Sócrates é o mais saloio... o de lá é o BPN..."
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