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domingo, novembro 06, 2011
Entrevista de Fernando Dacosta a Mário Viegas
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sexta-feira, novembro 04, 2011
Ilustração Portuguesa - Número dedicado a D. Manuel II
Ilustração Portuguesa
Ilustração Portuguesa de 18 de Maio de 1908
Indíce: O sr. Conde de S. Lourenço proclamando o novo Rei; Quem é o Rei de Portugal (D. Manuel II); Os novos sócios da Academia; Exposição do Rio de Janeiro; Partida de Jorge Colaço; Bellas Artes; A Aclamação de El-Rei D. Manuel II; Vianna da Motta em Berlim; Iconografia do Atentado; A Guerra da Guiné; Pepita Sevilha
quinta-feira, novembro 03, 2011
quarta-feira, novembro 02, 2011
quarta-feira, outubro 05, 2011
terça-feira, outubro 04, 2011
Vive Pobre, o Pobre Op'rario - Letra de Avelino de Sousa, Música de André Santos
Entre 1870 e 1920, o Canto do Fado foi a “canção de intervenção” ao serviço do ideário revolucionário que se haveria de propagar as ideias republicanas a cantar a República e desiludir-se com ela. Um conjunto de operários de Lisboa, e região envolvente, muitos deles ligados à indústria tipográfica e à Voz do Operário, vão agarrar num canto de improviso, o canto do Fado e vão fazer dele o seu canto catequético em Lisboa, no resto do País, Continente e Ilhas, e inclusive fora de Portugal. Vão não só mudar-lhe a melodia, como vão intervir poeticamente nos textos, recorrendo à décima e complexificando-a a um nível sem paralelo, quer em Portugal quer internacionalmente.
Os chamados Fados Socialistas vão ser de grande importância para a propagação do ideal revolucionário. Estes operários perceberam que através dos fados poderiam comunicar com vastas camadas iletradas e passar-lhes não só o ideário como aumentar a sua cultura dando-lhes a conhecer autores de grande relevo, principalmente franceses e russos. Muitos destes propagadores do Canto do fado e da Revolução vão fazer missões pelas províncias lusitanas, do Sul ao Norte, espalhando os novos ideais pelas comunidades rurais. No Alentejo, a marca será fortíssima, indo influenciar todo o canto de improviso e moldar o Canto Coral, este muito devedor da grande discussão sobre o que é que o povo deve cantar: música coral ou Canto do Fado.
A par deste movimento, os operários vão iniciar todo um trabalho de imprensa, e associadas ao Canto do Fado, entre 1910 e 1929, vão surgir cerca de duas dezenas de títulos de jornais dedicados ao Fado e à Revolução. Mas este movimento em torno de uma canção operária e de um ideal revolucionário não acontece só em Portugal. Na altura, o mesmo está a acontecer em Espanha e em toda a América Latina, tendo em comum um mesmo texto, a décima; uma mesma forma, o improviso e um ideário libertário e revolucionário. - Texto de Orlando Leite
terça-feira, setembro 13, 2011
Amália Rodrigues e Teresa Tarouca
Uma das muitas coisas que gosto no Fado é a forma como sagrado e profano se entrecruzam. Como a barreira entre os dois praticamente não existe. Como o sagrado se torna profano e profano sagrado. Aqui ficam dois exemplos que acho maravilhosos.
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