Uma interpretação com muita graça de Amália Rodrigues.
Poesia, musica, celebridades, teatro, cinema, selecção de textos, poetas e escritores, banalidades, fotografias, arte, literatura, pintura e muita conversa.
quarta-feira, março 11, 2009
terça-feira, março 10, 2009
Fernando Dacosta no Facebook
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segunda-feira, março 09, 2009
domingo, março 08, 2009
Maria da Fé - Medalha de Ouro da Cidade de Lisboa

Fadista
Maria da Fé distinguida com a Medalha de Ouro da Cidade de Lisboa nos seus 50 anos de carreira
A Câmara de Lisboa decidiu distinguir a fadista Maria da Fé, a celebrar 50 anos de carreira, com a Medalha de Ouro da Cidade, disse fonte autárquica
A fadista realizará em Junho, dias 25 e 26, dois espectáculos celebrativos do seu cinquentenário artístico, respectivamente em Lisboa e no Porto.
A fadista afirmou-se «muito satisfeita e honrada». «É sempre um momento gratificante, até como portuense que sou é um orgulho»,disse Maria da Fé que acrescentou ser até «quase um reconhecimento como alfacinha».
Actualmente a residir no bairro lisboeta da Madragoa, tendo a sua casa de fados «paredes-meias com a Lapa», a criadora de Cantarei até que a voz me doa (José Luís Gordo/Fontes Rocha) vive na capital desde 1961.
A fadista afirmou guardar «gratas recordações» de uma carreira que começou no Porto, de onde é natural, e que a levou a pisar «os mais importantes palcos do mundo».
A intérprete de Sem fé (Frederico de Brito) afirmou ter sempre pugnado «pela dignificação do fado». «Vivi só para o fado», frisou.
Maria da Fé candidatou-se com 14 anos ao concurso ‘Rainha das cantadeiras’, mas não foi apurada por ser menor de idade. Venceria este concurso no ano seguinte, e aos 17 anos, depois de ter realizado digressões com Amália Rodrigues pelo Norte do país, instalou-se em Lisboa.
Na capital integrou o elenco da prestigiada Adega Machado, e posteriormente da Parreirinha de Alfama, de Argentina Santos, tendo sido das primeiras fadistas a actuar no Casino Estoril.
Maria da Fé foi a primeira fadista a concorrer a um Festival RTP da Canção, em 1969, com Vento do Norte (Francisco Nicholson/António Braga dos Santos).
A sua primeira saída ao estrangeiro, recordou a fadista, foi em finais da década de 1960, «para actuar numa associação recreativa» em Newark (Nova Jérsia), Estados Unidos.
Deste então pisou «todos os mais importantes palcos», sem esquecer detalhes e guardando «gratas memórias» de alguns, nomeadamente os brasileiros.
A criadora de Obrigado, meu Deus obrigado (José Luís Gordo/Fontes Rocha), considera-se de um tempo «em que era ainda difícil actuar no estrangeiro, levar o fado para fora».
Reconhece que hoje «é mais fácil», mas salientou o seu papel, e o de outros fadistas, designadamente Amália Rodrigues, Carlos do Carmo e Fernando Machado Soares, na divulgação da canção nacional além fronteiras.
A criadora de Já sei meu amor, já sei (F. Radamanto/Casimiro Ramos), recebeu em 2005 a Medalha de Mérito Cultura do Ministério da Cultura e no ano seguinte o Prémio Amália Rodrigues para a Melhor Intérprete.
«Vivi só para o fado e a minha casa de fados é exemplo disso. Aqui canto todas as noites, mas todas as noites são diferentes. Nascemos com este condão, mas há que trabalhar todos os dias, há que burilar o estilo e forma de cantar» , afirmou a fadista, que ao longo da sua carreira mereceu várias outras distinções, como o Prémio da Imprensa, em 1970, e Medalha de Ouro da Cidade do Porto.
Lusa / SOL
Maria da Fé distinguida com a Medalha de Ouro da Cidade de Lisboa nos seus 50 anos de carreira
A Câmara de Lisboa decidiu distinguir a fadista Maria da Fé, a celebrar 50 anos de carreira, com a Medalha de Ouro da Cidade, disse fonte autárquica
A fadista realizará em Junho, dias 25 e 26, dois espectáculos celebrativos do seu cinquentenário artístico, respectivamente em Lisboa e no Porto.
A fadista afirmou-se «muito satisfeita e honrada». «É sempre um momento gratificante, até como portuense que sou é um orgulho»,disse Maria da Fé que acrescentou ser até «quase um reconhecimento como alfacinha».
Actualmente a residir no bairro lisboeta da Madragoa, tendo a sua casa de fados «paredes-meias com a Lapa», a criadora de Cantarei até que a voz me doa (José Luís Gordo/Fontes Rocha) vive na capital desde 1961.
A fadista afirmou guardar «gratas recordações» de uma carreira que começou no Porto, de onde é natural, e que a levou a pisar «os mais importantes palcos do mundo».
A intérprete de Sem fé (Frederico de Brito) afirmou ter sempre pugnado «pela dignificação do fado». «Vivi só para o fado», frisou.
Maria da Fé candidatou-se com 14 anos ao concurso ‘Rainha das cantadeiras’, mas não foi apurada por ser menor de idade. Venceria este concurso no ano seguinte, e aos 17 anos, depois de ter realizado digressões com Amália Rodrigues pelo Norte do país, instalou-se em Lisboa.
Na capital integrou o elenco da prestigiada Adega Machado, e posteriormente da Parreirinha de Alfama, de Argentina Santos, tendo sido das primeiras fadistas a actuar no Casino Estoril.
Maria da Fé foi a primeira fadista a concorrer a um Festival RTP da Canção, em 1969, com Vento do Norte (Francisco Nicholson/António Braga dos Santos).
A sua primeira saída ao estrangeiro, recordou a fadista, foi em finais da década de 1960, «para actuar numa associação recreativa» em Newark (Nova Jérsia), Estados Unidos.
Deste então pisou «todos os mais importantes palcos», sem esquecer detalhes e guardando «gratas memórias» de alguns, nomeadamente os brasileiros.
A criadora de Obrigado, meu Deus obrigado (José Luís Gordo/Fontes Rocha), considera-se de um tempo «em que era ainda difícil actuar no estrangeiro, levar o fado para fora».
Reconhece que hoje «é mais fácil», mas salientou o seu papel, e o de outros fadistas, designadamente Amália Rodrigues, Carlos do Carmo e Fernando Machado Soares, na divulgação da canção nacional além fronteiras.
A criadora de Já sei meu amor, já sei (F. Radamanto/Casimiro Ramos), recebeu em 2005 a Medalha de Mérito Cultura do Ministério da Cultura e no ano seguinte o Prémio Amália Rodrigues para a Melhor Intérprete.
«Vivi só para o fado e a minha casa de fados é exemplo disso. Aqui canto todas as noites, mas todas as noites são diferentes. Nascemos com este condão, mas há que trabalhar todos os dias, há que burilar o estilo e forma de cantar» , afirmou a fadista, que ao longo da sua carreira mereceu várias outras distinções, como o Prémio da Imprensa, em 1970, e Medalha de Ouro da Cidade do Porto.
Lusa / SOL
sábado, março 07, 2009
O Inspector Geral - Teatro Cine-Arte A Barraca

Recomendo vivamente. Duas horas e meia de muita gargalhada, numa sátira política, social e familiar assustadoramente actual.
João d'Ávila é um Presidente de Câmara corrupto, despota e rídiculo, de uma qualquer província.
Sabe-se, por uma carta, que um Inspector-Geral - mandado pela capital - irá chegar a qualquer momento à vila.
Começa o drama. O Tribunal que não funciona há anos, o hospital imundo, as ruas uma lixeira, tudo virado do avesso. O Presidente manda limpar a cidade, Tribunal e hospital. E se o dinheiro não chegar... "usem o do saco-azul".
Dois labregos informam o Presidente que está na estalagem um hóspede há duas semanas, que não paga mas manda. ERA O INSPECTOR-GERAL... pensam...
E o melhor começa a partir daqui... equivocos, seduções, traições, festões...
O Inspector-geral mostra um João d'Ávila num registo altamente cómico, vencendo e segurando o papel muitissimo bem.
Maria do Céu Guerra é uma mulher ambiciosa, fogosa e muito, muito, provinciana... mas não muito mais que muitas das citadinas. Um registo cómico muito muito bom... de grande "mérito".
O restante elenco, melhor ou pior, aguenta bem a peça e levando-nos a bons momentos de comédia.
Um texto genial... cómico e muito sério, como tudo o que é caricatural.
Ficha Artística e Técnica
Texto de Nikolai Gogol
Espectáculo de Maria do Céu Guerra
Cenário de Maria do Céu Guerra realizado por Mário Dias
Música e Direcção Musical de António Victorino d’ Almeida
Com: Maria do Céu Guerra, João D'Ávila, Adérito Lopes, Carla Alves, Jorge Gomes, Pedro Borges,
Rita Fernandes, Sérgio Moras, Sérgio Moura Afonso, Susana Costa
participação especial: António Rodrigues e ao piano Madalena Garcia Reis
Poemas: Miguel Martins
Movimento: Catarina Santana
Vozes: Mariana Abrunheiro
Narizes: Inês de Carvalho
Montagem e Carpintaria: Mário Dias
Luminotecnia: Fernando Belo
Sonoplastia: Rui Mamede
Costureira: Inna Siryk
Apoio Técnico: Luis Thomar e José Carlos Pontes
Apoio Pintura e Cenário: Anna Trotinetkaia
Relações Públicas e Produção: Elsa Lourenço, Inês Aboim
Bilheteira: Inês Marques
Secretariado: Maria Navarro
Fotografias: Luís Rocha - MEF
Horário
5ª a Sábado às 21h45
Domingo às 17h00
na sala 1 do TeatroCinearte
de 6 de Março a 31 de Maio de 2009
M/12
Católicos mobilizam-se para ir a Roma à canonização de D. Nuno... RIDICULO, ABSURDO, RETROGRADO... As razões apontados são inacreditáveis
Católicos mobilizam-se para ir a Roma à canonização de D. Nuno
"Vaticano. Canonização de Nuno Álvares Pereira decorrerá no dia 26 de Abril
D. Duarte de Bragança estará presente no evento para representar o beato
Os católicos portugueses já se estão a mobilizar para ir ao Vaticano no dia 26 de Abril assistir à canonização do beato Nuno Álvares Pereira, que vai ser elevado a santo pelo Papa. Já há viagens agendadas e grupos organizados de peregrinos que respondem, assim, ao apelo lançado ontem pela Conferência Episcopal Portuguesa (CEP) de mobilização dos crentes.
Em grupos, individualmente, ou através de agências especializadas de turismo religioso, centenas de católicos já têm a sua viagem planeada, apesar de a data da canonização só ter sido avançada pelo Vaticano no dia 21 de Fevereiro. Há pacotes de fim de semana, uma vez que a cerimónia decorrerá no domingo, mas também viagens de apenas um dia. Nesse dia serão também canonizadas outras quatro figuras da Igreja.
"Temos vários grupos organizados pois as pessoas têm-nos procurado muito. Já temos cerca de 200 pessoas mas contamos vir a ter mais", avançou ao DN Alfredo Ferreira, director-geral da Professional Team, empresa de viagens que tem um sector especializado na área religiosa.
A pedido da família real portuguesa, a empresa Quinto Império Viagens também está a organizar uma peregrinação que levará ao Vaticano, além de muitos adeptos da causa monárquica, D. Duarte de Bragança. Aliás, sendo representante e descendente de D. Nuno, e tendo sido um dos maiores defensores da sua canonização, D. Duarte foi convidado pelo Governo e pelo Vaticano e terá um lugar de destaque na cerimónia.
Nota pastoral enaltece beato
A Conferência Episcopal Portuguesa (CEP) emitiu ontem uma nota onde refere a existência de algumas peregrinações e apela à organização de outras. "Confiamos que outras iniciativas pastorais sejam promovidas para dar a conhecer e propor como modelo o exemplo de virtude heróica que nos deixou este nosso irmão na fé", lê-se no comunicado assinado pelo porta voz Manuel Morujão.
Os bispos congratulam-se com a noticia da santificação do já beato Nuno Santa Maria e enaltecem as suas qualidades morais e espirituais, sublinhando a sua importância numa altura de crise. "Precisamos de figuras como Nuno Álvares Pereira: íntegras, coerentes, santas, ou seja, amigas de Deus e das suas criaturas, sobretudo das mais débeis. São pessoas como estas que despertam a confiança e o dinamismo da sociedade, que fazem superar e vencer as crises", acrescentam os bispos.
D. Nuno é, assim, proposto pela hierarquia da Igreja Católica como referência para os actuais crentes."
Texto de RITA CARVALHO, Diário de Notícias, 07 de Março de 2009
terça-feira, março 03, 2009
Todo Cambia - Mercedes Sosa
Dos videos mais emocionantes que vi. A união de um povo numa só mulher e numa só música. Mágico.
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