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quarta-feira, março 18, 2009
Amália Rodrigues
Duas músicas que nunca tinha ouvido da Amália Rodrigues. Maravilhosas (mais pela interpretação que pelos poemas).


segunda-feira, março 16, 2009
EXEQUIAL DE AMÁLIA RODRIGUES

HOMILIA DE D. JOSÉ SANCHES ALVES NA MISSA
Emudeceu a voz que levou o nome de Portugal aos quatro cantos do mundo. A Nação está de luto. Todos nos curvamos respeitosamente perante os restos mortais de Amália, a artista singular que cantou, como ninguém, a saudade da alma portuguesa e fez vibrar as cordas da tristeza em acordes de alegria. Artista verdadeira e construtora genial da beleza musical ficará para sempre associada ao mistério da criação. Nela brilhou com fulgor o poder criador de Deus. Pela música, abriu, a seu modo, «um caminho de acesso à realidade mais profunda do homem e do mundo», afastou para longe o desespero que invade os espíritos embotados e fez nascer a alegria no coração dos homens. Através da música, cultivou a beleza que, no dizer do papa João Paulo II, «é chave do mistério e apelo ao transcendente. Convida a saborear a vida e a sonhar o futuro». Suscita nos homens a misteriosa saudade de Deus, Oceano infinito de beleza, onde o assombro se converte em admiração, inebriamento e alegria inexprimível (Cf Carta aos Artistas, 16). Cantou a saudade da terra, do mar e do céu. Saudade do passado. Saudade do futuro. Saudade da origem. Saudade do Além. Saudade de Deus que a criou. Saudade de Deus que a chamou para a outra margem da vida, sempre envolta em mistério, inacessível tanto à ciência como à filosofia e onde apenas a luz da fé pode fazer brilhar a esperança. Amália era uma mulher crente. Disse-o muitas vezes. Da sua fé falam os actos que praticou. As imagens que religiosamente trouxe consigo ou venerou religiosamente no santuário do seu lar. As orações que rezou. As esmolas que deu. As amizades que partilhou com as mais variadas classes de pessoas. Na sua vida há reflexos daquele ideal evangélico, sintetizado por Jesus Cristo nas bem-aventuranças, que há pouco foram proclamadas para nós, no decorrer desta celebração. As bem-aventuranças condensam o ideal mais elevado a que o ser humano, criado à imagem e semelhança de Deus, pode e deve aspirar. É um ideal sublime que contrasta com os ideais humanos. Difícil de captar por quem vive enredado nas teias da razão, envolto no turbilhão da vida, absorvido com as preocupações da cidade terrena e esquecido das exigências da cidade celeste. Esse ideal toma-se mais luminoso e compreensível nos momentos fortes do confronto directo com o mistério como este que estamos a viver. Quando «a tenda que é a nossa morada terrestre » se desfaz e, libertos do exílio, se nos franqueiam as portas do infinito, para entrar na «habitação eterna, que é obra de Deus (Cf 2Cor5, 1). Quando, iluminados pela fé e alentados pela esperança, nos confrontamos com uma experiência limite, então conseguiremos compreender o valor da simplicidade e da misericórdia, da humildade e da pureza de coração, do sofrimento, da perseguição e da luta pela justiça, como forças geradoras de paz, de alegria e de amor, tal como Jesus Cristo no ensina com o sermão da montanha. Com efeito, o que fica depois da morte é o espírito e não a matéria. O que acompanha, no Além, os que partem desta vida, é o bem que praticaram e não as riquezas que acumularam. Todos partem de mãos vazias. A bagagem chama-se justiça e verdade, amor e perdão. É invisível. Mas é real. Para os que partem munidos desta bagagem, cresce a esperança de imortalidade e a certeza da fé: «Aquele que ressuscitou o Senhor Jesus também nos há-de ressuscitar a nós para nos levar para junto d'Ele» (2 Cor.4,14).
Lisboa, 8 de Outubro de 1999
† José Alves, bispo auxiliar
Emudeceu a voz que levou o nome de Portugal aos quatro cantos do mundo. A Nação está de luto. Todos nos curvamos respeitosamente perante os restos mortais de Amália, a artista singular que cantou, como ninguém, a saudade da alma portuguesa e fez vibrar as cordas da tristeza em acordes de alegria. Artista verdadeira e construtora genial da beleza musical ficará para sempre associada ao mistério da criação. Nela brilhou com fulgor o poder criador de Deus. Pela música, abriu, a seu modo, «um caminho de acesso à realidade mais profunda do homem e do mundo», afastou para longe o desespero que invade os espíritos embotados e fez nascer a alegria no coração dos homens. Através da música, cultivou a beleza que, no dizer do papa João Paulo II, «é chave do mistério e apelo ao transcendente. Convida a saborear a vida e a sonhar o futuro». Suscita nos homens a misteriosa saudade de Deus, Oceano infinito de beleza, onde o assombro se converte em admiração, inebriamento e alegria inexprimível (Cf Carta aos Artistas, 16). Cantou a saudade da terra, do mar e do céu. Saudade do passado. Saudade do futuro. Saudade da origem. Saudade do Além. Saudade de Deus que a criou. Saudade de Deus que a chamou para a outra margem da vida, sempre envolta em mistério, inacessível tanto à ciência como à filosofia e onde apenas a luz da fé pode fazer brilhar a esperança. Amália era uma mulher crente. Disse-o muitas vezes. Da sua fé falam os actos que praticou. As imagens que religiosamente trouxe consigo ou venerou religiosamente no santuário do seu lar. As orações que rezou. As esmolas que deu. As amizades que partilhou com as mais variadas classes de pessoas. Na sua vida há reflexos daquele ideal evangélico, sintetizado por Jesus Cristo nas bem-aventuranças, que há pouco foram proclamadas para nós, no decorrer desta celebração. As bem-aventuranças condensam o ideal mais elevado a que o ser humano, criado à imagem e semelhança de Deus, pode e deve aspirar. É um ideal sublime que contrasta com os ideais humanos. Difícil de captar por quem vive enredado nas teias da razão, envolto no turbilhão da vida, absorvido com as preocupações da cidade terrena e esquecido das exigências da cidade celeste. Esse ideal toma-se mais luminoso e compreensível nos momentos fortes do confronto directo com o mistério como este que estamos a viver. Quando «a tenda que é a nossa morada terrestre » se desfaz e, libertos do exílio, se nos franqueiam as portas do infinito, para entrar na «habitação eterna, que é obra de Deus (Cf 2Cor5, 1). Quando, iluminados pela fé e alentados pela esperança, nos confrontamos com uma experiência limite, então conseguiremos compreender o valor da simplicidade e da misericórdia, da humildade e da pureza de coração, do sofrimento, da perseguição e da luta pela justiça, como forças geradoras de paz, de alegria e de amor, tal como Jesus Cristo no ensina com o sermão da montanha. Com efeito, o que fica depois da morte é o espírito e não a matéria. O que acompanha, no Além, os que partem desta vida, é o bem que praticaram e não as riquezas que acumularam. Todos partem de mãos vazias. A bagagem chama-se justiça e verdade, amor e perdão. É invisível. Mas é real. Para os que partem munidos desta bagagem, cresce a esperança de imortalidade e a certeza da fé: «Aquele que ressuscitou o Senhor Jesus também nos há-de ressuscitar a nós para nos levar para junto d'Ele» (2 Cor.4,14).
Lisboa, 8 de Outubro de 1999
† José Alves, bispo auxiliar
quarta-feira, março 11, 2009
Caldeirada (Poluição) ou Fado AL Gore (digo eu, claro!)
Uma interpretação com muita graça de Amália Rodrigues.
quinta-feira, fevereiro 12, 2009
terça-feira, fevereiro 03, 2009
Amália, quis Deus que fosse o meu nome.

"Era um dia de Primavera. Fui encontrá-la, vestida de vermelho, na sua casa da Rua de S. Bento, numa sala quadrada cheia de flores ("tenho esta loucura, mesmo que tenha a casa até ao tecto com flores eu trago sempre mais..."), e as paredes revestidas de azulejos azuis e brancos. Mas porventura só aquelas paredes, se falassem, seriam capazes de nos contar a história tão singular desta mulher e explicar-nos o seu destino. Ela não é. Traz a vida na pele e o fado no peito e isso chega-lhe, as palavras são só para cantar. Por isso este meu encontro com Amália Rodrigues - como todos os outros que tive com ela - é sobretudo uma atmosfera. E o sussurro de um estado de alma que escorre, magoado e fatalista, por entre o que ela me ia dizendo. O coração bate-lhe de um modo estranho e sofrido, ela nem pode bem explicar: "Sou toda assim..."
Nasceu com as cerejas, só sabe que deve ter sido em Julho e como gostava de as comer e de se festejar, decidiu para si que nasceu no primeiro dia do mês. Mas nos seus papéis de identidade alguém escreveu "23 de Julho" e assim Amália celebra o seu aniversário duas vezes no mesmo ano. Sempre que estou com ela, o que retenho antes do mais, porventura mais ainda do que o timbre único da sua voz, é esta impressão, limpidíssima, da qualidade também única de que ela é feita. Durante longas décadas o mundo esteve a seus pés, foi abençoada pelos deuses do génio e da fortuna, os homens perderam-se por ela, provocou a paixão e semeou o desassossego. Mas ao fim de todas as glórias, nada a maculou, ninguém a corrompeu. Nenhum sucesso lhe perturbou jamais o instinto de ser como era ("eu não sou culta, tenho de dar a volta às coisas...") ou lhe impediu que seguisse o veio da sua prodigiosa intuição ("é tudo o que eu tenho... Sou como os animais, nunca ninguém me ensinou nada..."). Por isso é intacta hoje, a mesma rapariga que aos dezasseis anos vendia limões nas ruas de Lisboa. A simplicidade, a inocência, a candura desses tempos são as mesmas que hoje lhe ditam os passos e os gestos ("os meus amigos dizem que eu peço desculpa de ter sucesso, tenho um pavor, é verdade...").
Amália atravessou a legenda e sobreviveu ao seu próprio mito. "O fado? O fado é uma música que dá para o meu feitio cantar..."
Pausa:
"Não sei dizer o que é o fado, está tão preso a mim, levei a vida a cantar. É uma música que dá para o meu feitio cantar... É o destino, é a minha vida, são as coisas que trago comigo, são muitos sentimentos á mistura. O fado é mistério, ninguém pode explicar o que ele é..."
Começou a cantar na Severa, depois passou por outras casas de fado. A música de Frederico Valério ("Portugal inteiro cantava os fados que ele fez para mim!"), de Alberto Janes ("tão português e tão internacional!"), abriram-lhe as portas do mundo. A primeira foi o célebre Olympia, em Paris, onde o empresário Bruno Coquatrix lhe disse: "Se você cá ficar, farei de si uma vedeta internacional..." Amália nem o ouviu: "eu partira de Lisboa com um vestido preto, uma viola e uma guitarra... Os jornais começaram a dizer coisas extraordinárias de mim, cá nunca disseram nada igual... Mas não sabia viver longe daqui, sou tão portuguesa..." A seguir começou a cantar "no mundo todo". As tournées ("sou uma cigana, adorava andar de um lado para o outro!") seguiram-se umas às outras, numa estonteante sobreposição de imagens e aplausos: América, Japão, Moscovo, América Latina, a Europa toda, África.
"A cantar eu passava de 48 para 190 pulsações! Mas nunca pensei cantar assim, cantarolava em casa, nunca pensei vir cantar como Amália Rodrigues!"
Houve também o cinema (Os Amantes do Tejo; O Fado; As Ilhas Encantadas), o teatro, a televisão: "Ah, não foi nada a mesma coisa do que cantar, era muito tímida... Eu dizia que gostava mas no fim tinha mais medo que vontade. Apesar de tudo preferi o teatro, sou um bicho de público... E fiz a A Sapateira Prodigiosa, do Lorca, na televisão, só para me poder mascarar de espanhola!"
E depois, um dia, apareceu-lhe o Alain Oulmain. O encontro com o compositor, nos anos sessenta, "deu uma reviravolta em tudo", fez "nascer um outro reportório" e porventura uma "nova" Amália.
"Ah, o Alain foi o milagre. Eu andava à espera que me aparecesse uma pessoa assim, queria expandir-me, ele foi o único que me fez esse tipo de música. Há nela uma tristeza e uma profundidade que me tocam muito e a música dele ajudou-me a cantar outros poetas." Os outros poetas chamavam-se Camões ("o maior poeta português, mas também o maior fadista"), Pedro Homem de Melo, David Mourão-Ferreira, Alexandre O'Neill:
"O O'Neill escreveu-me um grande fado, A Gaivota, a música dá-me para voar como as gaivotas, umas vezes alto, outras vezes, baixo..."
E que outras músicas?
"Aprecio muito a música popular do Brasil, do México, da América Latina... Dá-me jeito cantar música latina, uma ranchera mexicana, um samba, estou à vontade... Mas para ouvir prefiro Mahler, uma música parecida com a minha... Ou Bach, que é de chorar e por isso gosto..."
O sol entardece sobre os azulejos azuis e brancos, chegam mais flores. Amália ajeita as pregas do vestido vermelho:
"A minha oração todos os dias é dizer Deus que tudo isto foi um milagre... Sim, rezo muito..."
Pausa:
"A minha vida é mesmo uma estranha forma de vida. Aconteceu-me o destino de fazer de mim o que sou."
Entrevista de Maria João Avillez a Amália Rodrigues - Revista Atlantis
segunda-feira, dezembro 22, 2008
O Regresso...
Eis um pouco da minha viagem de regresso de Vouzela (Viseu) para Lisboa. Não foi ao som de Pedro Moutinho mas sim de Amália Rodrigues... Quando se viaja sozinho temos de nos entreter... certo?
sexta-feira, dezembro 05, 2008
terça-feira, outubro 07, 2008
(Clique na Imagem)
Homenagem dos 9 anos passados sobre a Morte de Amália Rodrigues no blog Filosofia Duma Manta de Retalhos
quarta-feira, maio 21, 2008
O Sucesso de Amália Rodrigues em Itália nos Anos 70.
Termina com o belissimo "La Tarantella" em que leva o público ao rubro. Inesquecivel.
Amália Rodrigues - Solidão - 1969 - Ao vivo na Roménia
Excelente interpretação de Amália Rodrigues. E esta cor tipo Sépia fica do melhor...
quarta-feira, julho 04, 2007
Álbum inédito de Amália editado até final do ano

Um álbum inédito de Amália Rodrigues deverá ser editado antes do final do ano. Sem especificar conteúdo e datas, José Serrão, director-geral da Som Livre, precisou à Lusa que este "álbum de inéditos" será editado com o selo Som Livre/Valentim de Carvalho (SL/VC), fruto do acordo de associação assinado pelas duas empresas em Março.
"Há ainda um outro álbum inédito de Amália e muitos temas que não conheceram a luz do dia. Como se sabe, Amália gostava de gravar, e gravou muito, por isso ainda há muitas coisas suas desconhecidas e que estão agora a ser encontradas", assinalou. Sem dar pormenores, José Serrão referiu que na calha da nova parceria SL/VC poderá estar a integral do espectáculo no Olympia de Paris, na Primavera de 1956, de que a versão editada é apenas uma parte. "Gravava-se em grandes bobinas e nem sempre sabemos tudo o que uma bobina contém. Neste momento na Valentim de Carvalho está a fazer-se a conferência das fichas de gravação de estúdio com as de produção, de modo a conhecer tudo o que há", explicou.
Existe já um disco de gravações inéditas de Amália realizadas entre 1965 e 1975, encontradas nos arquivos da VC . O álbum intitula-se Segredo e foi editado em 1997, sob o acordo que então ainda ligava a VC à EMI.
Entre os inéditos de Amália Rodrigues, falecida a 6 de Outubro de 1999, estará também o concerto da fadista na Aula Magna em 1983, aquando da actuação de António Variações, que fez a primeira parte do espectáculo. "A segunda parte do espectáculo foi preenchida por Amália Rodrigues, por quem o cantor nutria uma grande admiração e amizade, razão pela qual a editora Valentim de Carvalho enviou um estúdio móvel e gravou o espectáculo", indicou à Lusa fonte daquela.
Na opinião de José Serrão, o fundo de catálogo da VC "é ainda apetecível e guarda outras surpresas", sendo capaz de gerar "receitas interessantes", segundo estudos feitos pela Som Livre. Alfredo Marceneiro, Lucília do Carmo, António Menano e Hermínia Silva são outros nomes passíveis de ter "coisas desconhecidas e nunca editadas".
Maria Clara é outro nome referido, de quem Serrão garante que, "se não se lembrarem bem do nome, reconhecem de imediato as canções". "Vender entre 500 e 1000 discos de Maria Clara por ano é um valor interessante e deve haver discos seus disponíveis", observou.
Diário de Notícias - 04 de Julho de 2007
domingo, abril 22, 2007
Amália Rodrigues na revista Colecção Cinema - nº 72 - 11-2-1965
terça-feira, janeiro 09, 2007
Os Músicos Portugueses e o 25 de Abril...
"Somos a Canção que Somos" ...E os artistas vieram para a rua num encontro com o seu público
"Com o objectivo de angariar fundos para o seu sindicato, um grupo de artistas de variedades e fado organizou um espectáculo que se realizou no Coliseu dos Recreios, com lotação esgotada. Para que o povo de Lisboa, que não conseguiu vê-los nesse espectáculo, pudesse ouvi-los, os intérpretes estiveram no Largo de Camões, onde cantaram perante um público numeroso que os aplaudiu.
Com Amália, Mourão, Maria Dulce e Rui Mascarenhas à frente, os artistas desfilaram pelas ruas da cidade, desde o Coliseu ao Camões, empunhando cartazes com "slogans" como Somos a canção que Somos e A canção está na rua.
Em conjunto cantaram Grândola Vila Morena e, antes do "show", houve uma cerimónia simbólica: o lançamento de algumas dezenas de pombos.
Maria Dulce foi muito aplaudida quando declamou o soneto Mudam-se os tempos, mudam-se as vontades, e Simone de Oliveira teve de bisar A Desfolhada, canção com que representou Portugal numa edição de um Eurofestival.
A iniciativa, para além da angariação de fundos referida, pretendeu pôr em contacto com o público diversos artistas que não têm tido oportunidade de ser ouvidos depois do 25 de Abril, considerando-se lesados por atitudes que apelidam de discriminatórias pela parte das emissoras de rádio e televisão.
O lisboeta desprevenido mostrou surpresa com a oferta deste espectáculo gratuito e aderiu com contentamento. Os artistas não esperavam, à partida, a presença de tanto publico com o qual confraternizaram durante muitas horas.
Os participantes pretenderam demonstrar que têm o seu público e que necessitam de contactar com ele. E o público esteve lá. E aplaudiu.
No Coliseu, Amália abriu o encontro musical cantando diversos fados. Entre os artistas, contavam-se os nomes de Carlos do Carmo, Paulo de Carvalho, Hugo Maia Loureiro, Duarte Mendes, Manuel de Almeida e as fadistas Maria da Fé e Maria Valejo."
in: Revista GENTE - semana de 16 a 22 de Julho de 1974
sábado, novembro 25, 2006
Amália Rodrigues - Revista "GENTE" - 1973
sexta-feira, novembro 24, 2006
segunda-feira, maio 15, 2006
Hotel Palácio Estoril - Cartões de Visita
domingo, maio 14, 2006
Amélia queria ter sido
Só o não fui por um triz
Foi só por uma vogal
o seu é foi bem escolhido
Fez de si uma grande actriz
O meu á tratou-me mal
segunda-feira, novembro 28, 2005
domingo, outubro 09, 2005
quinta-feira, outubro 06, 2005
Recordando Amália Rodrigues
Dacosta, Fernando, "José de Castro - Fotobiografia", Editora Mensagem, Queluz, 2005.
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